Taxa de desemprego continua caindo no Brasil

A taxa de desemprego caiu para 8,7% no último trimestre, a menor desde 2015. Confira também o novo recorde de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado!

Taxa de desemprego no Brasil

Segundo dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), publicada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego caiu para 8,7% no terceiro trimestre de 2022. 

Dessa forma, é considerada a menor taxa de desemprego desde o trimestre finalizado em junho de 2015, que foi de 8,4%. Além disso, a atual taxa também caiu em comparação com o trimestre passado, que equivalia a 9,3%. 

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Também é possível ver uma queda significativa, se comparado com a porcentagem do trimestre finalizado em junho do ano passado, de 12, 6%.

Para o IBGE, o Brasil tem passado pelo maior crescimento de pessoas ocupadas, desde 2012, sendo mais de 6 milhões de pessoas neste ano.

Evolução da taxa de desemprego por trimestre

A taxa de desemprego leva em conta o número de pessoas desocupadas durante o trimestre.

Dessa forma, segundo os dados, a taxa de 13,1% no terceiro trimestre de 2021, teve quedas expressivas durante o ano, apresentando 11,1% no início de 2022 e, por fim, chegando a 8,7% até setembro de 2022. 

Leia mais: Paulo Guedes afirma que a economia pode aumentar 3% em 2022

Número de informais e trabalhadores com carteira assinada

Os dados do PNAD também demonstram que o número de trabalhadores informais caiu. Enquanto no trimestre anterior de 2022 havia 40% de trabalhadores informais, no último trimestre o número caiu para 39,4%. 

Além disso, o percentual de trabalhadores com carteira assinada aumentou 1,3%, comparado ao trimestre anterior.

No entanto, é preciso pontuar o recorde de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado, que aumentou cerca de 13% durante 2022, sendo o maior desde 2012. 

Por fim, é preciso pontuar também que os dados da PNAD não podem ser comparados aos dados publicados pelo Ministério do Trabalho e Previdência. 

Afinal, estes últimos consideram os empregos formais com carteira assinada no setor privado. Enquanto a PNAD inclui também o setor de trabalho informal, de acordo com pesquisas domiciliares. 

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